Última alteração: 2017-07-26
Resumo
Sendo a ansiedade e o medo situações recorrentes na prática clÃnica odontológica e muitas vezes fatores determinantes para o sucesso de um atendimento clÃnico, o presente trabalho teve como objetivo analisar a utilização da sedação consciente com Óxido Nitroso/Oxigênio, analisando seus efeitos de eficácia e segurança durante a sedação no tratamento pediátrico. Para que isso fosse possÃvel foi realizada uma busca nas bases de dados do Pubmed/Medline e uma busca manual nas principais revistas da área. Toda via, não avaliando somente eficácia e segurança, mas também, comparando a sedação com óxido nitroso com as demais técnicas tradicionais, sendo usado este como complemento de técnicas ou analisando a diferenças na aplicação do óxido nitroso. Os estudos, demonstraram que a sedação consciente foi eficaz no tratamento odontopediátrico, sendo seguro quando realizado por profissionais treinados e qualificados para exercer esta aplicação em determinados pacientes, sendo que os mesmos devem ser corretamente avaliados se estão aptos a receber a sedação, nos demais resultados, foi obtido um bom atendimento, com diminuição do choro e estado alerta da criança, ao combinar por exemplo gestão comportamental com óxido nitroso, o medo diminuiu ainda mais, entretanto, não foi apresentado efeitos analgésicos na maioria dos casos e não houve diminuição no tempo de consulta com o uso do óxido nitroso, embora, também não requereu um número maior de seções. Sendo assim, uma técnica segura e eficaz a ser realizada em crianças, desde que o profissional seja habilitado e a criança apta para passar pelo processo de sedação.
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ANNI, B.G. et al. A placebo-controlled, double-blind, crossover trial on analgesic effect of nitrous oxide–oxygen inhalation, International Journal of Paediatric Dentistry, Oxford, v.24, n.1, p.69–75, jan.2014.
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ARNEZ, M.F.M. et al. Sedação Consciente: Recurso Farmacológico para o Atendimento Odontológico de Crianças e Pacientes Especiais, Pediatria, São Paulo, v.33, n.2, p.107-116, maio.2011.
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