Última alteração: 2020-10-27
Palavras-chave
Referências
Borsoi, I. C. F. (2012). Trabalho e produtivismo: saúde e modo de vida de docentes de instituições públicas de ensino superior. Cadernos de Psicologia Social do Trabalho, 15(1), 81-100. Recuperado de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-37172012000100007&lng=pt&tlng=pt.
Carlotto, M. S. (2002). A SÃndrome de Burnout e o trabalho docente. Psicologia em Estudo, 7(1), 21-29. doi: 10.1590/S1413-73722002000100005
Carlotto, M. S. (2010). SÃndrome de Burnout: diferenças segundo nÃveis de ensino. Psico, 41(4), 495-502. Recuperado de http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/revistapsico/article/view/4881
Carlotto, M. S., & Câmara, S. G. (2008). Análise da produção cientÃfica sobre a SÃndrome de Burnout no Brasil. Psico, 39(2), 152-158. Recuperado de http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/revistapsico/article/view/1461
Carlotto, M. S., Librelotto, R., Pizzinato, A., & Barcinski, M. (2012). Prevalência e factores associados à SÃndrome de Burnout nos professores de ensino especial. Análise Psicológica, 30(3), 315-327. Recuperado de http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0870-82312012000200005&lng=pt&tlng=pt.
Carlotto, M. S., & Câmara, S. G. (2017). Riscos psicossociais associados à SÃndrome de Burnout em professores universitários. Avances en PsicologÃa Latinoamericana, 35(3), 447-457. doi: 10.12804/10.12804
Costa, L. da S. T., Gil-Monte, P. R., Possobon, R. de F., & Ambrosano, G. M. B. (2013). Prevalência da SÃndrome de Burnout em uma amostra de professores universitários brasileiros. Psicologia: Reflexão e CrÃtica, 26(4), 636-642. Doi:10.1590/S0102 79722013000400003
Dalagasperina, P., & Monteiro, J, K. (2014). Preditores da sÃndrome de burnout em docentes do ensino privado. Psico-USF, 19(2), 263-275. doi: 10.1590/1413-82712014019002011
Dalagasperina, P., & Monteiro, J. K. (2016). Estresse e docência: um estudo no ensino superior privado. Revista Subjetividades, 16(1), 36-51. https://dx.doi.org/10.5020/23590777.16.1.37-51
Diehl, L., & Carlotto, M. S. (2015). SÃndrome de Burnout: indicadores para a construção de um diagnóstico. Psicologia ClÃnica, 27(2), 161-179. Recuperado de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-56652015000200009&lng=pt&tlng=pt.
Dutra, L. B., Aerts, D., Alves G. G., & Câmara S. G. (2016). A sÃndrome de burnout(sb) em docentes do ensino superior de instituições privadas de Santarém, PA. Tempus Actas de Saúde Coletiva, 10(3), 115-136. doi: 10.18569/tempus.v10i3.1872
Eisenberger, R. (1986). Perceived organizational support. Journal of Applied Psychhology, v. 72, n. 3, p. 500-507 http://classweb.uh.edu/eisenberger/perceived-organizational-support/
Gil-Monte, P. R. (2008). El sÃndrome de quemarse por el trabajo (Burnout) como fenómeno transcultural. Información Psicológica, 4(11), 91-92. Recuperado de https://www.researchgate.net/publication/28308377_El_sindrome_de_quemarse_por_el_trabajo_burnout_como_fenomeno_transcultural
Gil- Monte, P. R., Rojas, S. U. & Ocaña, J. I. S. (2009). Validez factorial del cuestionario para la evaluación del sÃndrome de quemarse por el trabajo (CESQT) en una muestra de maestros mexicanos. Salud Mental 31(1), 205-214. Recuperado de http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=58212279004
Gil-Monte, P. R., Carlotto, M. S., & Câmara, S. G. (2010). Validation of the Brazilian version of the “Spanish Burnout Inventory†in teachers. Revista de Saúde Pública, 44(1), 140-147. doi: 10.1590/S0034-89102010000100015
Maslach, C. (1978). Job burnout: How people cope. Public Welfare, 8, 56-58.
Maslach, C., Schaufeli, W. B. & Leiter, M. P. (2001). Job burnout. Annual Review Psychology, 52, 397-422. doi: 10.1146/annurev.psych.51.1.93
Ministério da Saúde. (2001). Doenças relacionadas ao trabalho. Manual de procedimentos para os serviços de saúde. Recuperado de http://dtr2001.saude.gov.br/editora/produtos/livros/pdf/02_0388_M1.pdf
Rissi, V., Monteiro, J. K., & Ferreira, V. R. T. (2020). Riscos psicossociais no trabalho em programas de pós-graduação stricto sensu públicos e privados. Trabalho (En) Cena, 5(1), 227-247. doi:10.20873/2526-1487V5N1
Sampieri, R. H., Collado, C. F., & Lucio, M. P. B. (2013). Definições dos enfoques quantitativos e qualitativo, suas semelhanças e diferenças. In R. H. Sampieri, C. F. Collado, & M. P. B. Lucio (Eds.). Metodologia de pesquisa (pp. 28-48). Porto Alegre, RS: Penso.
Silva, S. M. F, & Oliveira, A. de F. (2019). Burnout em professores universitários do ensino particular. Psicologia Escolar e Educacional, 23, 2019. doi: 10.1590/2175-35392019017785
Schaufeli, W. B., Leiter, M. P., & Maslach, C. (2008). Burnout: 35 years of research and practice. Career Development International, 14(3), 204-220. doi: 10.1108/13620430910966406
Suda E. Y., Coelho, A. T., Bertaci A. C., Santos B. B. dos. (2011). Relação entre nÃvel geral de saúde, dor musculoesquelética e sÃndrome de burnout em professores universitários. Fisioterapia e Pesquisa. 18(3): 270-274. Recuperado de https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1809-29502011000300012&script=sci_abstract
World Health Organization. (2019). International Classification of Diseases – ICD 11. Recuperado de https://icd.who.int/en
World Health Organization. (2000). The World Health Report 2000: health systems: improving performance. Recuperado de https://www.who.int/whr/2000/en/